A retomada das viagens corporativas pós pandemia

O movimento de retomada das viagens corporativas pós pandemia tem se consolidado, sobretudo, a partir do estabelecimento da normalização da vacinação mundial com a abertura das fronteiras.

Logo após essa estabilização, tornou-se evidente que o aquecimento do setor de viagens ocorre, precisamente, em função das viagens corporativas. Pensando nisso, apresentamos, ao longo deste artigo, algumas das principais características dessa retomada. Boa leitura!

Passaporte de vacinação

Passaportes vacinais são uma necessidade de muitos destinos pelo mundo, de modo que é essencial assegurar que o esquema vacinal dos seus colaboradores esteja devidamente completo.

De modo geral, este passaporte é um aplicativo destinado a reunir todos os dados referentes à saúde do indivíduo, a fim de comprovar o status da imunização, armazenando os testes exigidos pelas autoridades sanitárias.

Dessa forma, ao desembarcar em um local ou embarcar em algum avião, basta apresentar esta “carteirinha virtual”, como vem sendo popularmente chamada. Um bom exemplo disso pode ser encontrado junto aos clientes da companhia aérea American Airlines.

Esta empresa foi uma pioneira na adoção de soluções que agilizam todos os procedimentos burocráticos por meio do app VeriFLY, que gera o QR code necessário para franquear o acesso dos passageiros com vacinas e testes em dia.

Uso da tecnologia

A transformação digital, antes da pandemia, já se consolidava como um fenômeno imparável, gerando alterações profundas e duradouras nas operações de negócios dos mais distintos segmentos de atuação.

Na atualidade, a implementação de tecnologias eficientes é um diferencial relevante e, certamente, absoluta necessidade. Nesse contexto, o uso da tecnologia permite que você otimize a gestão das viagens corporativas e, consequentemente, dos custos envolvidos nesse processo.

Por exemplo, os pagamentos digitais representam, por si, uma verdadeira revolução na forma como as organizações lidam com o controle de reembolsos e de despesas. Essa modalidade propicia que os gestores concedam ais viajantes todos os recursos necessários para as suas viagens, deixando de lado depósitos em conta corrente ou distribuição de dinheiro em espécie, facilitando as tarefas de governança.

Duty of Care

O Dever de Cuidar (ou “Duty of Care”) já era tido – antes da pandemia – como um dos conceitos mais importantes para os gestores de viagens, a tendência atual é que tal situação se intensifique ainda mais.

Nesse ínterim, há uma crescente preocupação dos profissionais em deslocamento no pós pandemia: obviamente, os riscos de infecções por COVID 19 ou outras doenças. Ademais, as políticas que cada empresa adota para viagens de seus colaboradores é crucial para que estes se sintam confortáveis em relação às suas atividades.

À primeira vista, aspectos como os novos procedimentos de segurança e limpeza faz com que os princípios do Duty of Care mantenham-se em constante evidência, determinando os novos rumos de todas as viagens corporativas.

Foco em resultados

Embora as viagens corporativas continuem sendo de grande importância, passaram a ocorrer em menor frequência. Nesse sentido, é altamente recomendável implementar medidas capazes de elevar os resultados obtidos pela sua empresa.

Antes de mais nada, isso requer esforços mais concentrados na capacitação dos funcionários aptos ao deslocamento. Para tanto, a sua organização, certamente, deixará de priorizar, em alguns casos, a redução de custos. Por analogia, o cenário atual facilita a aprovação de maiores investimentos em passagens.

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